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A EVOLUÇÃO DO ESPIRITISMO

Jesus, não pode dizer tudo. Teve que se ater ao tempo em que viveu na Terra, há dois milênios. Allan Kardec, o Codificador do Espiritismo, viveu no século XIX e também não pode escrever tudo. A ele coube popularizar, certa parte menos profunda dos conhecimentos espirituais, despertando o homem terreno ainda negligente para com a sua própria vida imortal. Se o Espiritismo significa, no entanto, a “porta aberta” para a revelação espiritual, cabe ao discípulo penetrar no Templo e desvendar os mistérios de sua própria imortalidade, assim como conhecer a Fonte onde os espíritos firmaram os seus conceitos para a codificação espírita. O espírita que permanecer estático e obstinado, preso à ortodoxia da tradição Kardecista, sem interesse pelos conhecimentos milenários da vida do espírito imortal , demonstra não compreender que o Espiritismo é essencialmente uma doutrina de amplitude evolutiva e não um conjunto de postulados em discussões sobre o que Kardec “disse” ou “não disse”.

A vida dinâmica do homem do nosso século, obriga-o a “iniciar-se” à luz do dia, no próprio ambiente social desde manhã até à noite.

É colocado em prova a todo instante, e assim gradua-se, pouco a pouco, no experimento cotidiano da própria vida, sem necessitar de rituais, compromissos e juramentos dos templos iniciáticos de antigamente.

Após tantas peripécias na vida terrena, enfrentando as vicissitudes e ingratidões próprias de um mundo de expiações e provas, batido e massacrado por elas para purificar o seu sentimento, o homem é submetido à arguição do Evangelho do Mestre a fim de verificar a média do seu exame final nessa iniciação espiritual em cada reencarnação.

Allan Kardec, foi, como lemos na sua biografia, um dos mais avançados mestres de iniciação esotérica do passado, muito familiarizado com a atmosfera dos templos egípcios, caldeus e hindus.

Um grande número de iniciados que desenvolveram suas energias psíquicas e despertaram seus poderes espirituais nos ambientes dos antigos templos iniciáticos, também estão agora encarnados na Terra e cooperam valiosamente na seara espírita. Aos poucos, eles revelam os conhecimentos ocultos, que o codificador teve de velar no seu tempo por falta de um clima psicológico adequado e favorável aos ensinamentos esotéricos, em público. Esses iniciados, com a ajuda da própria ciência profana, extirpam gradualmente da prática mediúnica muita aflição lacrimosa, que não se adapta com o espírito científico, lógico e sensato dos postulados espíritas, cada vez mais avançados.

O Espiritismo fez a simplificação dos complexos ensinamentos do Oriente, como a reencarnação e a Lei do Carma, expondo-os de maneira sucinta e fácil, sem as sutilezas iniciáticas, os simbolismos complexos e as grafias obscuras do sânscrito, graduando-os de acordo com a capacidade mental dos seus adeptos ainda não maduros para uma didática muito esotérica.

Os espíritas não devem temer qualquer confusão doutrinária, no seio da Doutrina Espírita, só porque venham a examinar os ensinos e conhecimentos de outros movimentos espiritualistas. Mesmo porque  a revelação do verdadeiro mecanismo da Vida do Espírito Imortal não se fará de modo instantâneo e milagroso. Isso será feito através do estudo, de pesquisa e da busca sem parar do discípulo liberto de qualquer condicionamento sectarista.

Sabemos que o nosso planeta é escola de educação espiritual que só liberta os seus alunos depois que eles forem aprovados em todas as disciplinas nela existentes. Sabemos também que não há graça nem privilégios inoportunos na senda da evolução espiritual; por isso, quando o discípulo acorda para a realidade da vida imortal, ele se encontra diante de um problema capital de sua existência visto que, ao mesmo tempo, entram em disputa, na sua consciência, os instintos primários do animal e a súplica do anjo para que ele dê preferência a lutar para atingir o paraíso. É a desintegração do “homem velho”, dando oportunidade ao “homem novo”.

Encerrada a sua iniciação espiritual na Terra, o homem será promovido para o mais próximo “ginásio planetário”.

Podemos comparar os espíritos retardatários, aos alunos reprovados no curso primário terreno. Não podem entrar para um curso superior, sem ter assimilado os ensinamentos de menor envergadura.

O ambiente moral e social da Terra é a projeção coletiva ou a média espiritual de cada um dos seus habitantes de “curso primário”. Assim que tais alunos completarem o seu curso de alfabetização espiritual e merecerem sua transferência para outros planetas de graduação sideral melhor, nova leva de “analfabetos” baixa do Mundo Invisível, para substituir os que foram promovidos.

É necessário, porém, que os homens compreendam  que já escasseia o prazo para os alunos terrenos reprovados na atualidade ou necessitados de uma “segunda época”, pois o Alto já decretou a promoção do educandário terreno para a escola ginasial, restando aos rebeldes, preguiçosos, relapsos e tardios o recurso de serem transferidos para outra escola primária, talvez em condições educativas mais primárias ainda. Deus não castiga e nem perdoa. Dá sempre novas oportunidades para os Seus filhos, porque Ele é AMOR.

O Espiritismo muito está fazendo para esclarecer os homens nesta “hora profética”, cumprindo-lhe popularizar os ensinamentos ocultos já manuseados por outros movimentos espiritualistas, pois a codificação espírita não terminou, pelo contrário prossegue incessantemente.

Maria Madalena Naufal

PRINCIPAL FONTE:   ELUCIDAÇÕES DO ALÉM – Ramatis, psicografia de Hercílio Maes, Editora Conhecimento.

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O ASTRO INTRUSO

               No ciclo atual percebe-se, que apesar dos avanços tecnológicos, faz-se muito pouco uso deles através do enfoque espiritual, e os erros do longínquo passado são repetidos de forma crescente pelos homens. As ilusões da matéria suplantam a realidade dos seus respectivos espíritos.

A continuidade desse estágio de equívocos renovados provoca, então, a mudança do rumo estabelecido por muitos que se encontram encarnados, definindo uma quase estagnação espiritual, agravada por estímulos grosseiros daqueles que ignoram Deus. E isso exige a intervenção da espiritualidade para que os objetivos primordiais do planeta sejam retomados.

O astro intruso surge para fechar um ciclo evolutivo e iniciar outro, que na Terra denominaram de Nova Era, sem suporem, entretanto, que ela não está delimitada por datas estabelecidas pelos homens, mas por acontecimentos determinados por Deus para o bem da humanidade.

No presente século os homens testemunharão fatos que há alguns anos eram tidos como impossíveis, ou possíveis de acontecerem somente no futuro de longuíssimo prazo. A aproximação do astro intruso, juntamente com o superaquecimento planetário, resultado da ação nefasta dos homens sobre a Natureza, instigam a força do elemento água, que suporta a grande carga energética do orbe.

O mar avançará, os ventos serão mais fortes, os ciclones e tornados mais comuns, mesmo em áreas onde eles não existiam na história recente. O clima será fortemente afetado em todo o globo, com inversões climáticas significativas de calor para frio e vice-versa, O magnetismo do planeta se enfraquecerá e a proteção da camada de ozônio será menor. A Terra está doente porque os homens com suas imperfeições morais e espirituais desfiguraram a obra divina.

Urge dessa forma, o compromisso de cada homem com a própria evolução espiritual”. (Prefácio de Ramatis – 11 de abril de 2004).

No corpo do livro Ramatis traz muitas informações sobre o astro intruso, também denominado “planeta Chupão”, planeta inferior, planeta higienizador ou “globo etéreo”.

Escreve Ramatis que o astro “Por apresentar uma força magnética extremamente rudimentar e grosseira, ele, à medida que vai passando ao largo de planetas habitados situados em sua trajetória atrai para a sua esfera espíritos sintonizados com vibrações inferiores. Espíritos que não conseguiram atingir o desenvolvimento necessário ao processo evolutivo e cujo renascer em planetas ainda primários se faz categórico”.

Podemos concluir que o citado astro é um instrumento muito importante de estagio evolutivo de fluxos migratórios, assumindo o aspecto de grande veículo cósmico, destinado ao transporte de espíritos em evolução.

Vamos fazer uma reflexão sobre nossas sintonias vibracionais, para nos situarmos no campo espiritual.

Mais pormenores sobre o Astro Intruso, só lendo a obra de Ramatis. Os leitores ficarão surpresos com a quantidade de informes que este sábio e estudioso espírito nos trás. A obra foi psicografada por Hur-Thande Shidha (julho de 2004), publicado em 2009, na Internet.

Maria Madalena Naufal

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