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Nosso Boletim

Janeiro 2017

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ESPERANÇA CONSTANTE

 

                “O pessimismo é uma espécie de taxa pesada e desnecessária sobre o zelo que a responsabilidade nos impõe, induzindo-nos à aflição inútil.

Atenção, sim.

Derrotismo, não.

Para que nos livremos de semelhante flagelo, no campo íntimo, é aconselhável desfixar o pensamento, muitas vezes, colado a detalhes ainda sombrios da estrada evolutiva.

 

Para que se sustente desperto o entendimento, quanto à essa verdade, recordemos as bênçãos que excedem largamente às nossas pequenas e transitórias dificuldades.

É inegável que o materialismo passou a dominar muita gente, perante o avanço tecnológico da atualidade terrestre, contudo, existem admiráveis multidões de criaturas, em cujos corações a fé se irradia por facho resplendente, iluminando a construção do mundo novo.

As enfermidades ainda apresentam quadros tristes nos agrupamentos humanos; no entanto, é justo considerar que a ciência já liquidou várias moléstias, dantes julgadas irreversíveis, anulando-lhes o perigo com a imunização e com as providências adequadas.

Destacam-se muitos empreiteiros da guerra, tumultuando coletividades; todavia, os obreiros da paz se movimentam em todas as direções.

Muitos lares se desorganizam; mas outros muitos se sustentam consolidados no equilíbrio e na educação, mantendo a segurança entre os homens.

Grande número de mulheres se ausentam da maternidade; entretanto, legiões de irmãs abnegadas se revelam fiéis ao mais elevado trabalho feminino no Planeta, guardando-se na condição de mães admiráveis no devotamento ao grupo doméstico.

Os processos de violência aumentam, quase que em toda parte; ampliam-se, porém, as frentes de amor ao próximo que os extinguem.

 

Anotando as tribulações que se desdobram no Plano Físico, não digas que o mundo está perdido.

Enumera as bênçãos de Deus que enxameiam, em torno de ti.

 

E se atravessas regiões de trevas, que se te afiguram túneis de sofrimento e desolação, nos quais centenas ou milhares de pessoas perderam a noção da luz, é natural que não consigas transformar-te num sol que flameje no caminho para todos, mas podes claramente acender um fósforo de esperança.”

Como todos nós temos livre arbítrio, podemos ou não ajudar os outros. Mas devemos, pois é isso que o Pai Eterno espera de nossa parte.

 

Maria Madalena Naufal

 

FONTE

 

                ATENÇÃO – Francisco Cândido Xavier – Emmanuel – Instituto de Difusão Espírita

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ABENÇOA E PASSA

“Não basta recear a violência.

É preciso algo fazer para erradicá-la.

 

Indubitavelmente, as medidas de repressão, mantidas pelos dispositivos legais do mundo, são recursos que a limitam, entretanto, nós todos – os espíritos encarnados e desencarnados – com vínculos na Terra, podemos colaborar na solução do problema.

 

Compadeçamo-nos dos irmãos envolvidos nas sombras da delinquência , a fim de que nos inclinem os sentimentos para a indulgência e para a compreensão.

 

Tanto quanto puderes, não participes de boatos ou de julgamentos precipitados, em torno de situações e pessoas.

 

Silencia ante quaisquer palavras agressivas que te forem dirigidas, onde estejas, e segue adiante, buscando o endereço das próprias obrigações.

 

Não eleves o tom de voz, entremostrando superioridade, à frente dos outros.

 

Não te entregues à manifestações de azedume e revolta, mesmo quando sintas, por dentro da própria alma, o gosto amargo dessa ou daquela desilusão.

 

Respeita a carência alheia e não provoques os irmãos ignorantes ou infelizes com a exibição das disponibilidades que os Desígnios Divinos te confiaram para determinadas aplicações louváveis e justas.

 

Ao invés de criticar, procura o lado melhor das criaturas e das ocorrências, de modo a construíres o bem, onde estiveres.

 

Auxilia para  a elevação, abençoando sempre.

 

Lembra-te: o morrão aceso é capaz de gerar incêndios calamitosos e, às vezes, num gesto infeliz de nossa parte, pode suscitar nos outros as piores reações de vandalismo e destruição.”

 

Não é nada fácil para nós seguirmos os conselhos de seres muito mais evoluídos do que nós, mas temos que reconhecer que suas palavras são verdadeiras.

Muita gente vê a violência, mas tem medo de falar e ser perseguido ou mesmo morto.

Vamos procurar orar pelos irmãos necessitados e fazer o bem, sempre que necessário.

 

Maria Madalena Naufal

 

FONTE

 

                ATENÇÃO – Emmanuel – psicografia de Francisco Cândido Xavier – Instituto de Difusão Espírita.

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UMA REALEZA TERRENA

Disse Jesus: “Meu reino não é deste mundo”.

Uma rainha de França comentando o assunto no ESSE, afirmou que ninguém poderia compreender melhor a verdade das palavras de Nosso Senhor:

_ O orgulho  me perdeu sobre a Terra. Quem, pois, compreenderia o nada dos reinos do mundo se eu não o compreendesse? O que foi que eu levei comigo, da minha realeza terrena? Nada, absolutamente nada. E como para tornar a lição mais terrível, ela não me acompanhou sequer até o túmulo! Rainha eu fui entre os homens, e rainha pensei chegar ao Reino dos Céus. Mas que desilusão! E que humilhação, quando, em vez de ser ali recebida como soberana, tive que ver acima de mim, mas muito acima, homens que eu considerava pequeninos e os desprezava, por não terem nas veias um sangue nobre! Oh!, só então compreendi a fatuidade dos homens e das grandezas que tão avidamente buscamos sobre a Terra!

Para preparar um lugar nesse reino são necessárias a abnegação, a humildade, a caridade, a benevolência para com todos. Não se pergunta o que fostes, que posição ocupastes, mas o bem que fizestes, as lágrimas que enxugastes.

Oh!, Jesus! Disseste que teu reino não era deste mundo, porque é necessário sofrer para chegar ao Céu, e os degraus do trono não levam até lá. São os caminhos mais penosos da vida os que conduzem a ele. Procurai, pois, o caminho através de espinhos e abrolhos, e não por entre as flores!

Os homens correm atrás dos bens terrenos, como se fossem os guardar para sempre. Mas aqui não há ilusões, e logo eles se apercebem de que conquistaram apenas sombras, desprezando os únicos bens sólidos e duráveis, os únicos que lhes podem abrir as portas dessa morada.

Tende piedade dos que não ganharam o Reino dos Céus. Ajudai-os com as vossas preces, porque a prece aproxima o homem do Altíssimo, é o traço de união entre o Céu e a Terra. Não o esqueçais!”

A rainha não se identificou, mas a instrução que nos deixou é muito valiosa.

Maria Madalena Naufal (in memorian)

TRANSFIGURAÇÕES

Segundo Palhano Jr. transfiguração é fenômeno de efeitos físicos, de ordem ectoplasmática , em que há modificações na aparência externa do médium , Pode ser parcial ou global. O médium pode transfigurar-se  na aparência palpável do Espírito  que se manifesta. Tem acontecido, em alguns médiuns, apenas o braço ou a mão transfigurar-se, outra hora, apenas o rosto. Existe o exemplo bíblico da transfiguração de Jesus de Nazaré no Monte Tabor (Mateus, 17: 1-9).

Aproveitando o exemplo de Palhano, vamos ao texto:

Tomou Jesus consigo a Pedro, Tiago e João, irmão deste conduziu-os de parte a um monte elevado e transfigurou-se diante deles; o seu rosto resplandecia como o sol, e suas vestes se tornaram brancas como a luz. E eis que  “lhe apareceram Moisés e Elias, falando com ele. Então tomou Pedro a palavra e disse a Jesus: Senhor, que bom que é estarmos aqui! Se quiseres, vou armar aqui três tendas, uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”.

Estava ainda falando, quando uma nuvem luminosa os envolveu, e de dentro da nuvem luminosa ecoou uma voz: “Este é meu filho querido, em que pus a minha complacência; ouvi-o!” Ao perceberem isso, os discípulos caíram de face em terra, transidos de terror. Jesus, porém, chegou-se a eles e os tocou, dizendo: “Levantai-vos e não temais”. Ergueram os olhos, e não viram ninguém senão só Jesus.

“Enquanto iam descendo do monte, pôs-lhes Jesus este preceito: “Não digais a pessoa alguma o que acabais de ver, até que o Filho do homem tenha ressuscitado dentre os mortos”.

Como os fenômenos de materialização e desmaterialização, os de transfiguração também são maravilhosos. Confirmam, como os outros dois, a sobrevivência do espírito e demonstram o seu poder sobre a matéria.

O fenômeno da transfiguração “consiste na mudança de aspecto de um corpo vivo”. É este fenômeno, no seu grau mais elevado, acompanhado de transformação completa do médium, isto é, o corpo e sobretudo a fisionomia do sensitivo transfiguram-se temporàriamente de tal forma que o fazem parecer extraordinàriamente com a pessoa falecida.

O fenômeno processa-se da seguinte maneira:

Entrando o sensitivo em estado de transe, (letargia) o seu perispírito exterioriza-se, e o corpo abandonado é ocupado pelo perispírito do morto, que gradualmente vai amoldando e facetando a matéria orgânica do médium de forma a reproduzir, com maior ou menor perfeição, os seus traços fisionômicos.

Os médiuns que produzem as transfigurações  são aqueles que a natureza dotou da estranha faculdade  de exteriorizar o seu perispírito com grande facilidade. Sabemos que o perispírito  tem, por natureza própria, a faculdade de assimilar a si, do meio ambiente, os elementos materiais de que carece, daí resulta  que, exteriorizando-se o perispírito do médium, o espírito que quer se manifestar atrai a si a imagem viva de si próprio, imagem tão viva e real, que as transfigurações são sempre susceptíveis de serem vistas por qualquer  pessoa.

O Dr. Gabriel Delanne faz um esclarecimento importante. Diz ele:

“Parece-me que a transfiguração do médium é possível pela superposição do perispírito desencarnado, e é provável que a transfiguração do fantasma ódico   do médium deve se produzir algumas vêzes, sobretudo quando o espírito, ainda pouco habilitado a se materializar, quer tornar-se visível. É provavelmente nessas circunstâncias que se verifica, às vezes, uma parecença entre a aparição e o médium”.

Devemos também recordar o seguinte:

Se para os fenômenos de efeitos físicos o papel do sensitivo é sempre importante, o dos assistentes está longe de ser indiferente, Constituindo eles um círculo fluídico, cujas vibrações mentais podem aumentar a emissão da força nervosa fluídica adensada sobre a organização mediúnica e impedir que o perispírito do médium perca as energias condensadas como fluxões magnéticas, tolhem por outro lado que influências exteriores e contrárias ao grupo, se as houver, apossem-se dele. Os assistentes podem, pela sua boa ou má vontade, ou pela sua desconfiança para com o médium, auxiliar ou prejudicar, em parte, a produção dos fenômenos.

Eu tive a oportunidade de ver alguns casos de transfiguração.

Para maiores esclarecimentos, vou narrar a primeira transfiguração registrada nos anais do Espiritismo, citada por Allan Kardec. O fato ocorrido durante os anos de 1858 e 1859, manifestou-se nos arredores de Saint-Etiénne:

“Uma jovem, de mais ou menos quinze anos, gozava da singular faculdade de se transfigurar, isto é, de tomar, em dados momentos, todas as aparências de certas pessoas mortas. Tão completa era a ilusão, que os assistentes julgavam ter diante de si a própria pessoa cujo semblante ela reproduzia, tal a semelhança dos traços fisionômicos, do olhar, do metal da voz e, até, da maneira peculiar de falar. Este fenômeno renovou-se por centenas de vezes, sem que para isso a vontade da jovem contribuísse em coisa alguma.

Tomou, em várias ocasiões, a aparência de seu irmão, morto alguns anos antes. Reproduzia não somente o aspecto, mas também o porte e a corpulência. Um médico do lugar, que muitas vezes testemunhou  esses extraordinários efeitos, querendo certificar-se de que não havia naquilo ilusionismo ou que não era joguete de uma manifestação, fez a experiência que vamos relatar. Conhecemos os detalhes, pelo que ele próprio nos referiu, mais o pai da moça e diversas outras testemunhas oculares muito honradas e dignas de crédito.

Veio a esse médico a ideia  de pesar a moça no seu estado normal e de fazer-lhe o mesmo durante a transfiguração, quando apresentava a aparência do irmão, que contava, ao morrer, vinte e tantos anos, e era mais alto do que ela e de compleição mais forte.

Pois bem! Verificou que, no segundo estado, o peso da moça era quase duplo do seu peso normal. Concludente se mostra a experiência, tornando impossível atribuir-se aquela aparência a uma simples ilusão de ótica” – “O Livro dos Médiuns”.

Pedro Granja apresenta muitos outros casos interessantes, mas vou ficar com os de Jesus e da jovem de quinze anos, como exemplos.

Tão consideráveis e repetitivas são as observações destes fenômenos que, apesar das hesitações humanas, hoje não se pode pôr em dúvida a sua existência, nem explicar racionalmente a sua realização pela cômoda mas fantástica lei das coincidências, que para tais casos nada elucida.

 

Maria Madalena Naufal (in memorian)

 

FONTES

 

DICIONÁRIO DE FILOSOFIA ESPÍRITA – L. PALHANO Jr. – Celd;

AFINAL, QUEM SOMOS? – PEDRO GRANJA – Edição Calvário;

NOVO TESTAMENTO – Tradução de Huberto Rohden – Martin Claret.

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O articulista Eliseu F. da Mota escreveu um artigo para a RIE (março de 98) que traz esclarecimentos sobre o assunto.

“O eminente professor de psicologia e psiquiatria Emílio Mira Y Lópes afirmou que o medo, a ira, o amor e o dever são os quatro gigantes da alma, estudando cada um deles com rigor científico impressionante, valendo-se de sólidos estudos psicológicos, psicanalíticos e psiquiátricos para embasar e construir o livro sobre o assunto, modificando inclusive diversos dogmas freudianos até então vigentes, além de municiar o leitor com vários segredos de sua estratégia bélica, descrevendo algumas de suas batalhas mais frequentes.

Lamenta-se apenas que tanto Freud quanto Mira Y Lópes, embora escrevendo suas obras após o advento do Espiritismo, não se dignaram a examiná-lo com a devida atenção, porque então saberiam que existem mais  dois gigantes, o egoísmo e o orgulho. Desse modo, em vez de quatro, na verdade temos seis gigantes da alma: o medo, a ira, o amor, o dever, o egoísmo e o orgulho.

Mas tal lacuna não desmerece de todo a obra de Mira Y Lópes. Com efeito dela podemos tirar enorme proveito, sobretudo porque ele também admite que a máxima conhece-te a ti mesmo, gravada no frontispício do oráculo de Delfos e recomendada por Sócrates, é uma poderosa arma para enfrentar todos aqueles gigantes do Espírito”.

Ele também advertiu: “Dois grandes obstáculos, entretanto dificultam este autoconhecimento que Sócrates já reclamava como princípio de toda atuação: o primeiro deles consiste na própria proximidade, que dificulta enormemente todo intento introspectivo (do mesmo modo que quanto mais aproximamos um objeto de nossa vista pior o vemos); o segundo deriva das modificações constantes de nosso tônus vital – refletidas em nosso humor e em nossa autoconfiança – que nos levam atingir  sempre o autojuízo estimativo, dando-lhe uma exagerada coloração rósea ou um injustificado tom de obscuro pessimismo. De fato, o homem, depois de considerar-se o ‘ Rei da Criação’, passa, quase que sem meio-termo, a julgar-se  ‘simples barro’; umas vezes se considera como espírito ‘ próximo de Deus’ e outras como máquina de reflexos”.

Kardec, segundo Eliseu,  apresentou farto material sobre o orgulho e egoísmo – suas causas, seus efeitos e os meios de destruí-los. Vamos resumir:

A causa do orgulho está na crença, em que o homem se firma, da sua superioridade individual.

O egoísmo se origina do orgulho.

O egoísmo e o orgulho nascem de um sentimento natural: o instinto de conservação. Todos os instintos têm sua razão de ser e sua utilidade, porquanto Deus nada pode ter feito de inútil. Contido em justos limites, aquele sentimento é bom em si mesmo. O exagero é que o torna mau e pernicioso.

Muitas vezes o orgulho se desenvolve no médium à medida que cresce a sua faculdade. Essa lhe dá importância e ele acaba por sentir-se indispensável. A faculdade foi dada por Deus para o bem e não para vaidade e ambição. As consequências são drásticas para o médium imprudente.

O orgulho e o egoísmo serão sempre os vermes roedores de todas as instituições progressistas; enquanto dominarem, ruirão aos seus golpes os melhores sistemas sociais. Por isso devem ser atacados.

O Espiritismo é o mais poderoso elemento de moralização, pois mina pela base o egoísmo e o orgulho, facultando um ponto de apoio  à moral. As curas são ainda individuais e não raro parciais, mas um dia atingirá às massas ( primeira fonte de sua moralização). Não mais  esbarrando o progresso no egoísmo e no orgulho, as instituições se reformarão por si mesmas e avançaremos para os destinos que estão prometidos na Terra, esperando os do céu.

Vamos procurar desenvolver em nós os bons gigantes e enfraquecer os maus.

Maria Madalena Naufal (in memorian)

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