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CRÔNICAS QUE ME CONTARAM

  • A MÃE INTELIGENTE

 

Antônia era uma senhora muito inteligente. Era funcionária pública aposentada. Viúva cedo, criou os dois filhos: Raul e Maurício com muito sacrifício. Não quis mais se casar, apesar de receber muitos pedidos, pois era uma mulher muito bonita.

Raul e Maurício quando pequenos quase não brigavam, mas assim que cresceram, as discussões eram constantes, para desgosto de Antônia.

Certo dia as discussões estavam terríveis, até que Raul, o caçula, falou com raiva:

_ Vou embora desta casa.

Antônia interviu:

_ Vocês dois vão, já que não sabem viver como irmãos educados, pois jogaram no lixo tudo que lhes ensinei. Os dois sairão da casa e eu também. A casa abandonada ficará fechada. Não precisam ir me visitar. Já que a família acabou, acabou para sempre.

Os dois rapazes estavam perplexos. Jamais a mãe havia dito tal coisa. Sempre procurava acalmá-los, apaziguá-los.

Raul desesperou-se. Correu e abraçou a mãe.

_ Não! Eu não vou embora. Falei por nervosismo.

_ Eu também não vou embora – disse Maurício, que se levantou da cadeira e correu a abraçar a mãe.

Antônia, abraçada pelos dois filhos, disse-lhes calmamente:

_ Bem, já que ninguém vai embora, permanece a família. Só que vocês dois têm que parar de brigar. Tratem de se entender.

É óbvio que Antônia não tinha a mínima intenção de deixar a sua casa, mas usou de um estratagema para modificar a insustentável  situação entre os dois filhos.

Daquele dia em diante os rapazes passaram a analisar o que falavam e em pouco tempo  tornaram-se amigos.

Antônia ficou muito feliz. Usando a inteligência deu um jeito na situação em que viviam.

 

  • A MUDANÇA DE AMÉLIA

 

Andréia era uma senhora que possuía cinco filhas e um filho. As meninas chamavam-se Aline, Sabrina, Gilda e Amélia. O menino chamava-se Milton.

O menino e quatro das meninas eram obedientes, mas Amélia era o oposto. Não obedecia os pais, fazia coisas erradas e vivia brigando com os irmãos.

Andréia não entendia o que estava acontecendo. Amélia recebia a mesma educação que os outros, mas não tinha o mesmo comportamento.

Perto da casa de Andréia morava uma senhora espírita. Ela procurou ajuda com a dita senhora, cujo nome era Ricarda.

Ricarda ouviu Andréia e depois lhe disse:

Os pais formam o corpo do filho, mas o espírito vem de Deus. Por isso os filhos podem ser diferentes. Tirando Amélia, seus outros filhos fazem parte de uma família espiritual bem formada.  Por isso têm bom comportamento. Amélia é um espírito cheio de defeitos. Veio para vocês tentarem ajudá-la.

Para que Andréia entendesse  melhor o assunto, Ricarda falou-lhe sobre reencarnação,

Que atitude tomar? Esclarecida, Andréia reuniu os filhos (menos Amélia) e contou-lhes a conversa que tivera com Ricarda.

_ Eu acho que devemos ter mais paciência com Amélia – disse Milton.

_ Eu também acho – concordou Aline. Quando ela ficar brava e começar a xingar, vamos ficar quietos. É uma forma de ajudá-la.

Boletim de abril/2016

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O articulista Eliseu F. da Mota escreveu um artigo para a RIE (março de 98) que traz esclarecimentos sobre o assunto.

“O eminente professor de psicologia e psiquiatria Emílio Mira Y Lópes afirmou que o medo, a ira, o amor e o dever são os quatro gigantes da alma, estudando cada um deles com rigor científico impressionante, valendo-se de sólidos estudos psicológicos, psicanalíticos e psiquiátricos para embasar e construir o livro sobre o assunto, modificando inclusive diversos dogmas freudianos até então vigentes, além de municiar o leitor com vários segredos de sua estratégia bélica, descrevendo algumas de suas batalhas mais frequentes.

Lamenta-se apenas que tanto Freud quanto Mira Y Lópes, embora escrevendo suas obras após o advento do Espiritismo, não se dignaram a examiná-lo com a devida atenção, porque então saberiam que existem mais  dois gigantes, o egoísmo e o orgulho. Desse modo, em vez de quatro, na verdade temos seis gigantes da alma: o medo, a ira, o amor, o dever, o egoísmo e o orgulho.

Mas tal lacuna não desmerece de todo a obra de Mira Y Lópes. Com efeito dela podemos tirar enorme proveito, sobretudo porque ele também admite que a máxima conhece-te a ti mesmo, gravada no frontispício do oráculo de Delfos e recomendada por Sócrates, é uma poderosa arma para enfrentar todos aqueles gigantes do Espírito”.

Ele também advertiu: “Dois grandes obstáculos, entretanto dificultam este autoconhecimento que Sócrates já reclamava como princípio de toda atuação: o primeiro deles consiste na própria proximidade, que dificulta enormemente todo intento introspectivo (do mesmo modo que quanto mais aproximamos um objeto de nossa vista pior o vemos); o segundo deriva das modificações constantes de nosso tônus vital – refletidas em nosso humor e em nossa autoconfiança – que nos levam atingir  sempre o autojuízo estimativo, dando-lhe uma exagerada coloração rósea ou um injustificado tom de obscuro pessimismo. De fato, o homem, depois de considerar-se o ‘ Rei da Criação’, passa, quase que sem meio-termo, a julgar-se  ‘simples barro’; umas vezes se considera como espírito ‘ próximo de Deus’ e outras como máquina de reflexos”.

Kardec, segundo Eliseu,  apresentou farto material sobre o orgulho e egoísmo – suas causas, seus efeitos e os meios de destruí-los. Vamos resumir:

A causa do orgulho está na crença, em que o homem se firma, da sua superioridade individual.

O egoísmo se origina do orgulho.

O egoísmo e o orgulho nascem de um sentimento natural: o instinto de conservação. Todos os instintos têm sua razão de ser e sua utilidade, porquanto Deus nada pode ter feito de inútil. Contido em justos limites, aquele sentimento é bom em si mesmo. O exagero é que o torna mau e pernicioso.

Muitas vezes o orgulho se desenvolve no médium à medida que cresce a sua faculdade. Essa lhe dá importância e ele acaba por sentir-se indispensável. A faculdade foi dada por Deus para o bem e não para vaidade e ambição. As consequências são drásticas para o médium imprudente.

O orgulho e o egoísmo serão sempre os vermes roedores de todas as instituições progressistas; enquanto dominarem, ruirão aos seus golpes os melhores sistemas sociais. Por isso devem ser atacados.

O Espiritismo é o mais poderoso elemento de moralização, pois mina pela base o egoísmo e o orgulho, facultando um ponto de apoio  à moral. As curas são ainda individuais e não raro parciais, mas um dia atingirá às massas ( primeira fonte de sua moralização). Não mais  esbarrando o progresso no egoísmo e no orgulho, as instituições se reformarão por si mesmas e avançaremos para os destinos que estão prometidos na Terra, esperando os do céu.

Vamos procurar desenvolver em nós os bons gigantes e enfraquecer os maus.

Maria Madalena Naufal (in memorian)

ENERGIA E SUAS INFLUÊNCIAS

 

A escritora Sara Nousiainen informá-nos que com relação à questão das energias, o escritor Francisco de Carvalho (Influências Energéticas Humanas), explica  assim o fenômeno: “ As energias psíquicas, no que se refere à sua atuação em nós ou através de nós, podem ser classificadas  pela sua potência ou pelo seu teor. A potência é determinada pela força mental aliada à força da emoção e da vontade que direcionam  e dinamizam tais energias. O teor é definido pela qualidade, desde as mais inferiores e trevosas, até as mais elevadas e .luminosas.”

Segundo Saara podemos entender que somos uma verdadeira indústria sempre em atividade, gerando energia psíquica positiva, neutra ou negativa e, ao mesmo tempo, somos também consumidores de energias geradas pelos outros. É nessa questão, no modo como administramos nossa geração energética, o seu teor e potência, que estão as causas do nosso bem-estar ou do mal-estar.

A evolução, sabemos, é fato compulsório na vida de todos os seres. Quando alguém, por querer, mantém-se em estado negativo, acaba batalhando contra si mesmo, contra as forças divinas, gerando aflição e sofrimento. Aliás, o grande motivo dos sofrimentos no nosso planeta é a insistência das pessoas e Espíritos em viverem de acordo com parâmetros relativos a graus inferiores à sua própria idade sideral ou ao seu momento evolutivo. Quase ninguém deseja abandonar os seus vícios. São poucos os que se sentem capazes de realizarem uma reforma interior.

Mas as lutas energéticas também acontecem quando enviamos a alguém que esteja carregado de energia negativa, vibrações de amor e paz. As orações também são importantes.

É importante termos em mente que o crescimento interior  não se refere somente à aquisição de virtudes, mas também à descoberta e à utilização mais plenas de nossos potenciais energéticos, mentais, psíquicos e espirituais. Ora, se somos centelhas divinas em crescimento, temos em nossa intimidade espiritual, em estado latente, as mesmas faculdades de Deus, e agora, com a Terra transitando para um grau mais evoluído, precisamos acompanhar essa evolução, se quisermos nela permanecer.

Depende de nós, portanto, habitarmos o mundo de regeneração.

 

Sônia Aparecida Tola

Amigos,

baixem nosso boletim do mês de maio/2015, clicando aqui.

Muitos seres humanos assumem compromissos perante a Espiritualidade antes de reencarnar, mas cumprem apenas em parte ou, simplesmente, não cumprem. Podemos citar alguns exemplos: um casal vem com o compromisso de ter um determinado número de filhos, mas para após dois ou três, alegando muitos problemas. As trompas são seccionadas e amarradas, deixando a mulher estéril. O caminho dos nascimentos é, portanto, fechado. O casal sente alívio. A decisão faz os benfeitores espirituais lamentarem, pois muito trabalho lhes custou junto ao casal, que adia para futuro incerto experiências absolutamente necessárias à própria edificação.

Outro grave problema para os humanos é o da mediunidade perdida. A mediunidade, que alguns enxergam como privilégio, nada mais é do que instrumento de trabalho, que deve ser usado muito bem. Orando, vigiando e dotado de boa vontade, o médium pode fazer muito por si mesmo e pelo próximo. Muitos levam uma existência sacrificial para cumprir a sua missão na Terra. Esquecem-se de si mesmos para servir com abnegação, humildade e amor. Temos muitos exemplos do bom uso da mediunidade, tanto no Espiritismo como fora dele, pois ela  aparece no seio de todas as outras religiões, no de todas as camadas sociais, entre ricos e entre pobres, entre crentes e descrentes, entre letrados e iletrados.. A mediunidade não depende do Espiritismo, mas ele a usa porque é um meio de comunicação; ela serve para que duas esferas, ou se preferirem, dois mundos se comuniquem entre si: o mundo ou esfera material habitado por nós e o mundo ou esfera espiritual habitado pelos espíritos.

É errado supor que o Espiritismo inventou a mediunidade, A mediunidade sempre existiu, uma vez que sempre existiram as duas esferas.

Como sabemos, as pessoas que usam a mediunidade chamam-se médiuns.

O conhecimento espírita é muito importante, tanto para médiuns ostensivos, como para os outros (em muitos a mediunidade é quase imperceptível) . No dizer do nosso grande escritor Richard Simonetti “O conhecimento espírita é bênção de esclarecimento e orientação, amenizando as agruras da jornada humana e estimulando-nos à movimentação pelo solo da fraternidade, onde colhemos abençoadas flores de Esperança e frutos dadivosos de trabalho enobrecedor.

Mas representa, também, intransferível acréscimo de responsabilidade no campo do aprimoramento individual, partindo do princípio evangélico de que muito será solicitado àquele que muito recebeu”.

Todos temos fraquezas no nosso atual grau evolutivo, mas temos que nos esforçar para combatê-las. A gula, a sexolatria, o uso do fumo, do álcool, das drogas, a irritação, a maledicência e demais desregramentos só trazem para nós consequências  drásticas, como, por exemplos, o tormento e a dor.

Os caminhos do aprimoramento espiritual não são fáceis. Sabemos disso. Mas sabemos também que temos que trilhá-los para construir uma existência melhor e nos tornar-mos, realmente, discípulos do Mestre querido.

Joanna de Ângelis traz o seu contributo para o assunto, esclarecendo:

“Mais difundido o exercício da mediunidade através das comunicações dos desencarnados com os encarnados, tal faculdade se faz a porta por meio da qual se abrem os horizontes da imortalidade, propiciando amplas possibilidades para positivar a indestrutibilidade da vida, não obstante o desgaste da transitória indumentária fisiológica.

Natural, aparece espontaneamente, mediante constrição segura, na qual os desencarnados de tal ou qual estágio evolutivo convocam a necessária observância de suas leis, conduzindo o instrumento mediúnico a precioso labor por cujos serviços adquire vasto patrimônio de equilíbrio e iluminação, resgatando, simultaneamente, os compromissos negativos a que se encontra enleado desde vidas anteriores.

Outras vezes surge, como impositivo provacional mediante o qual é possível mais ampla libertação do próprio médium, que, em dilatando o exercício da nobilitação a que se dedica, granjeia consideração a títulos de benemerência que lhe conferem paz.

Sem dúvida, poderoso instrumento pode converter-se em lamentável fator de perturbação, tendo em vista o nível espiritual e moral daquele que se encontra investido de tal recurso.

Não é uma faculdade portadora de requisitos morais. A moralização do médium libera-o da influência dos Espíritos inferiores e perversos, que se sentem, então, impossibilitados de maior predomínio por faltarem os vínculos para a necessária sintonia. Por isso, sendo um inato recurso do espírito, reponta em qualquer meio e em todo indivíduo, aprimorando-se ou se convertendo em motivo de perturbação ou enfermidade, de acordo com a direção que se lhe dê.

Em todos os tempos a mediunidade revelou ao homem a existência do Mundo Espiritual, donde todos procedemos e para onde, após o fenômeno da morte, todos retornamos.

Nos períodos mais primitivos da cultura ética da Humanidade, a mediunidade exerceu preponderante influência, porquanto, através dos sensitivos, nominados como feiticeiros. Magos, adivinhos e mais tarde oráculos, pítons, taumaturgos, todos médiuns, contribuindo decisivamente na formação do clã, da tribo ou da comunidade em desenvolvimento, revelando preciosas lições que fomentavam o crescimento do grupo social, impulsionando-o na direção do progresso.

Nem sempre, porém, eram bons os Espíritos que produziam os fenômenos, o que redundava, por sua vez, demorados estágios na barbárie do primitivismo dos que lhes prestavam culto…

À medida que os conceitos culturais e éticos evoluíam, a mediunidade experimentou diferente compreensão.

Nos círculos mais adiantados das civilizações orientais e logo depois greco-romana, a faculdade mediúnica lobrigou relevante projeção, merecendo considerável destaque nas diversas comunidades do passado.

No entanto com Jesus, o Excelso Médium de Deus, que favoreceu largamente o intercâmbio entre os dois mundos em litígio: o espiritual e o matéria, foi que a mediunidade recebeu o selo da mansidão e a diretriz do amor, a fim de se transformar em luminosa ponte, através da qual passaram a transitar os viandantes do corpo na direção da Vida abundante e os Imortais retornando à Terra, em abundante permuta de informações preciosas e inspiração sublime”.

O Cristianismo nos seus primeiros séculos se fez um hino de respeito e exaltação à imortalidade. Os vários discípulos, encarregados de reacenderem as claridades da fé, tornaram a mediunidade um fonte inesgotável que supria a sede tormentosa dos séculos, trazendo a “água viva” da Espiritualidade enquanto ardia o fogo da inquietação e do despotismo destruindo esperanças e pervertendo ideais.

Os médiuns passaram por duro cativeiro, então, e foram perseguidos (com raras exceções). Os perseguidores foram motivados por ignorância ou má fé.

Hoje a mediunidade, graças ao Espiritismo, abandonou as ficções, os florilégios do sobrenatural e do miraculoso, recebendo das modernas ciências psíquicas, psicológicas e também parapsicológicas o respeito e o estudo que lhes aumentam os meios, contribuindo com valiosos recursos de que a Psiquiatria e outros ramos podem usar para solucionar problemas de toda ordem que afligem a nossa sociedade.

Exercitemos a mediunidade com Jesus, em nome da caridade, convertendo-nos em verdadeiros celeiros de bênçãos.

Jamais devemos abandonar os compromissos assumidos com a Espiritualidade Maior.

Sônia Aparecida Ferranti Tola

FONTES

ESTUDOS ESPÍRITAS – pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco – FEB;

O ESPIRITISMO APLICADO – Eliseu Rigonatti – Editora Pensamento;

ATRAVESSANDO A RUA – Richard Simonetti – Instituto de Difusão Espírita.

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