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Nosso Boletim do mês de agosto/2017 (clique aqui para baixar) 

Esclarecemos que este foi o último deixado, já elaborado, pela companheira MARIA MADALENA NAUFAL, que desencarnou em 30/11/2015.

A partir do próximo mês, iniciaremos uma nova fase de nosso boletim.

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Divulgamos um vídeo da palestra proferida.

“Doutrina Espírita”

Assistam.

Ajudem na divulgação

Disponível nosso boletim deste mês,

baixe grátis, clicando aqui.

ABENÇOA E PASSA

“Não basta recear a violência.

É preciso algo fazer para erradicá-la.

 

Indubitavelmente, as medidas de repressão, mantidas pelos dispositivos legais do mundo, são recursos que a limitam, entretanto, nós todos – os espíritos encarnados e desencarnados – com vínculos na Terra, podemos colaborar na solução do problema.

 

Compadeçamo-nos dos irmãos envolvidos nas sombras da delinquência , a fim de que nos inclinem os sentimentos para a indulgência e para a compreensão.

 

Tanto quanto puderes, não participes de boatos ou de julgamentos precipitados, em torno de situações e pessoas.

 

Silencia ante quaisquer palavras agressivas que te forem dirigidas, onde estejas, e segue adiante, buscando o endereço das próprias obrigações.

 

Não eleves o tom de voz, entremostrando superioridade, à frente dos outros.

 

Não te entregues à manifestações de azedume e revolta, mesmo quando sintas, por dentro da própria alma, o gosto amargo dessa ou daquela desilusão.

 

Respeita a carência alheia e não provoques os irmãos ignorantes ou infelizes com a exibição das disponibilidades que os Desígnios Divinos te confiaram para determinadas aplicações louváveis e justas.

 

Ao invés de criticar, procura o lado melhor das criaturas e das ocorrências, de modo a construíres o bem, onde estiveres.

 

Auxilia para  a elevação, abençoando sempre.

 

Lembra-te: o morrão aceso é capaz de gerar incêndios calamitosos e, às vezes, num gesto infeliz de nossa parte, pode suscitar nos outros as piores reações de vandalismo e destruição.”

 

Não é nada fácil para nós seguirmos os conselhos de seres muito mais evoluídos do que nós, mas temos que reconhecer que suas palavras são verdadeiras.

Muita gente vê a violência, mas tem medo de falar e ser perseguido ou mesmo morto.

Vamos procurar orar pelos irmãos necessitados e fazer o bem, sempre que necessário.

 

Maria Madalena Naufal

 

FONTE

 

                ATENÇÃO – Emmanuel – psicografia de Francisco Cândido Xavier – Instituto de Difusão Espírita.

A obsessão é tema de grande interesse por parte dos estudiosos espíritas. O Codificador a aborda em muitos capítulos de suas obras. Autores encarnados e desencarnados também se ocupam dela, fazendo comentários e exemplificando. Entre os médiuns destaco Francisco Cândido Xavier, Divaldo Pereira Franco e Yvonne do Amaral Pereira.

As formas de obsessão são inúmeras. Para facilitar o seu entendimento, o articulista Francisco de Carvalho agrupou-as e as nomeou de acordo com os fatos que as geram. São elas:

TIPO 1OBSESSOR MORADOR – O desencarnado continua vivendo na mesma casa em que habitava ou no mesmo local que frequentava, quando estava encarnado. Em alguns casos , ele se limita a assustar os moradores ou frequentadores. Em outros, tenta expulsá-los. Noutros, nada faz. Quando encontra, no local, a matéria-prima indispensável – o ectoplasma, fornecido por algum encarnado é que, utilizando-se dele, torna-se habitante das famosas “casas mal assombradas”.

TIPO 2 – OBSESSOR ATRAÍDO – CASO A – O desencarnado é, fortemente, atraído pelas vibrações semelhantes às suas, emitidas por um encarnado, com o qual, normalmente nunca tivera vínculos anteriores. O espírito passa a viver junto daquele encarnado, com a finalidade de usufruir das energias das quais ele tanto gosta e que o encarnado fornece, em profusão. O triste exemplo clássico é o do alcoólatra, no qual o obsessor chega a proteger a vida do seu obsediado, para não perder aquela fonte de prazeres.

TIPO 3 – OBSESSOR ATRAÍDO – CASO B – O desencarnado é, fortemente, atraído por vibrações compatíveis com as suas em um determinado local (casa, escritório, etc), onde passa a viver, com a finalidade de usufruir das energias ali encontradas, em abundância. As pessoas que moram ou frequentam aquele local, forçosamente, receberão suas influências negativas.

OBSERVAÇÃO – Nos tipos 2 e 3, o fato gerador é o mesmo: atração de energias humanas semelhantes. No tipo 2, essas são fornecidas por um encarnado; no tipo 3, por vários encarnados que moram ou frequentam um determinado local. Existem, ainda, casos verdadeiramente escabrosos, como o daqueles desencarnados, tão animalizados, que vivem nos matadouros, sorvendo as energias emanadas pelo sangue dos animais abatidos.

TIPO 4 – OBSESSOR POR AMOR – CASO A – O recém desencarnado passa a viver junto de um ente querido encarnado. O motivo é que não consegue viver longe daquela pessoa amada.

TIPO 5 – OBSESSOR POR AMOR – CASO B – Desta vez é o encarnado que não suporta a ausência do ente querido recém-desencarnado. Sente tanta falta, pensa tanto e tão fortemente no amado falecido, que acaba atraindo-o para junto de si.

TIPO 6 – OBSESSOR POR AMOR – CASO C – O desencarnado fica muito aflito e preocupado com um problema que atinge um ente querido encarnado. Com a melhor das intenções, ele passa a viver junto daquele encarnado, para “ajudá-lo”.

OBSERVAÇÃO – Nos tipos 4,5 e 6, o fato gerador é o mesmo: amor. Nos tipos 4 e 6, a iniciativa e a intenção de viver junto do encarnado querido é do desencarnado. No tipo 5, o causador involuntário e inconsciente é o encarnado.

               TIPO 7 – OBSESSOR ESCRAVO – O desencarnado é prisioneiro de um encarnado que manipula a mediunidade; cumpre, fielmente as ordens de seu senhor, fazendo o bem ou o mal (conforme lhe seja mandado) a outros encarnados. É o caso típico de “soldado-mandado”.

               TIPO 8 – OBSESSOR – EMPREITEIRO AUTÔNOMO – O desencarnado continua apegado, desesperadamente, a comidas e bebidas, das quais sente muita falta, mas não pode conseguir. Em troca daqueles prazeres tão avidamente desejados, dos quais sorve apenas as sutis energias emanadas, executa tarefas (boas ou más) junto a encarnados que os contratam.

OBSERVAÇÃO – Os tipos 7 e 8 são de obsessores que atuam em obediência às ordens dos seus senhores encarnados. Isto é um atenuante para os do tipo 7 e um agravante para os do tipo 8.

TIPO 9 – OBSESSOR SOLDADO DO MAL – É um idealista tresloucado. Acredita piamente, que o seu dever é combater, sem tréguas, o bem e os seus praticantes. Dedica-se a perseguir obreiros do bem encarnados não necessariamente para fazer-lhes mal, mas para tentar desviá-los das atividades nobilitantes. São extremamente inteligentes, sutis e ardilosos. Sempre atuam nas fraquezas morais das suas vítimas diretas e indiretas.

TIPO 10 – OBSESSOR VINGATIVO – Por motivos óbvios, é o tipo mais terrível e cruel. O desencarnado ainda sente as enormes e profundas dores provocadas – em vidas passadas – por aquele que está agora encarnado. Dedica-se, com tenacidade e perseverança, a perseguir e prejudicar aquele encarnado, movido por vingança e ódio mortais”.

Boletim Caminheiros da Luz – natal/2014, clique aqui

 

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Também nosso boletim do mês de abril/2014 (clique aqui)

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OS BONS SERVIDORES E OS DONOS DE CENTROS

               A presença e a assistência dos bons espíritos nas sessões espíritas dependem muitíssimo das intenções e dos objetivos das pessoas que se propõem ao intercâmbio com o mundo invisível. Mas sabemos também que todas as criaturas já vivem acompanhadas pelas almas que lhe são afins a todos os seus atos e pensamentos. Assim os homens regrados e generosos também simpatizam e atraem as boas companhias do “lado de cá” (plano espiritual), cujas almas, quando em vida física, já viviam afastadas das paixões degradantes e dos vícios perniciosos.. No entanto, os maldosos, viciosos e corruptos, transformam-se  em focos de atração dos espíritos gozadores, maquiavélicos e mal-intencionados.

               A segurança e a eficácia dos trabalhos mediúnicos dependem essencialmente da harmonia e firmeza espiritual dos assistentes. O homem irradia forças benfeitoras ou prejudiciais segundo o grau do seu caráter e a natureza da sua mentalidade. Assim qualquer debilidade na força vibratória de alguns, é o bastante para afetar o ambiente espiritual da reunião. Além disso, assim como há pessoas cuja presença influencia beneficamente o ambiente, há outras que lhe são nocivas. Isto depende da aura magnética de cada um.

               Não podemos nos esquecer que os espíritos malfeitores desencarnados têm grande interesse em acabarem com as sessões espíritas mediúnicas, com o propósito de enfraquecer a obra do Espiritismo. Assim é que as falanges das sombras envidam todos os esforços para destruírem as atividades benfeitoras que tentam esclarecer o homem quanto à sua verdadeira responsabilidade espiritual. Quando o homem assume a consciência de seus atos, controlando suas emoções e seus pensamentos, é inquestionável que ele também se liberta das entidades desencarnadas afeitas a todas as torpezas e aberrações. Consequentemente as falanges sombrias realmente combatem furiosamente as atividades espiríticas, no nosso planeta, porque o Espiritismo firma suas bases libertadoras no próprio Evangelho do Cristo, ou seja, no mais avançado conjunto de leis siderais de salvação do homem encarnado.

               Temos que esclarecer que não podemos pôr a culpa sempre nos obsessores. Um centro espírita pode falir ou ser desmanchado pelos seus próprios componentes “vivos”, sem mesmo haver interferência dos “mortos”, pois a vaidade, a obstinação, o amor-próprio, a ignorância, o ciúme ou a rivalidade entre os dirigentes e médiuns também liquidam as agremiações que não vigiam como o Cristo ensinou. Num centro espírita desavisado da realidade espiritual é muito comum o conflito personalístico e a competição entre os seus próprios componentes, onde os neófitos tentam superar os velhos ou estes petrificam-se de maneira teimosa em suas idéias e empreendimentos conservadores. Os médiuns neófitos devem tomar muito cuidado para, na sua pressa e afoiteza de sobrepujar os demais, carreiam as maiores tolices e incongruências para a seara espírita, à guisa de importantes revelações do Além-túmulo, sob o nome de algum falecido de alto gabarito no mundo terreno. Essa ingênua preocupação de impressionar o público e o rebuscamento de um palavreado altiloquente (coisa muito comum entre os médiuns neófitos), às vezes dá ensejo para que os espíritos mistificadores aproveitem para comunicar futilidades e distorções doutrinárias, no sentido de confundir e abastardar a própria filosofia espírita.

               Os médiuns fascinados pelos espíritos maus são sempre os últimos a identificarem sua situação ridícula e as circunstâncias censuráveis com que expõem às demais pessoas.

               De outro lado, o centro espírita petrifica-se num clima lúgubre ou severo em extremo, porque o doutrinador ou demais responsáveis são pessoas irascíveis ou muito puritanas.

               Um escolho terrível dentro do Espiritismo são os presidente de centro que se julgam donos deles. Por vaidade, orgulho, egoísmo, inveja e outras mazelas, que, infelizmente, ainda dominam os seres humanos, afastam médiuns dedicados, grupos de estudo, frequentadores que ficam desiludidos com o tratamento a eles dado, pois esperavam amor, carinho e consolo, mas não receberam nada disso. Alguns perseveram buscando outros centros, mas outros abandonam a doutrina, que nada tem a ver com o comportamento dos maus servidores.

               Felizmente existem (a maioria) presidentes abnegados, capacitados, amorosos, humildes, compreensivos, caridosos e grandes conhecedores da Doutrina Espírita. São exemplos vivos de seguidores do Mestre Jesus, que amava e ama todos os irmãos: pobres ou ricos, doentes ou sadios, pecadores ou virtuosos. Sigamos nós também o nosso Mestre e Terapeuta Divino.

 

Maria Madalena Naufal

 

FONTES

 

               ELUCIDAÇÕES DO ALÉM – Ramatis- psicografia de Hercílio mães – Editora Conhecimento.

Observações feitas durante mais de trinta e cinco anos de trabalho em centros espíritas.

AMOR DE MÃE

               A bela morena morava na Barra Funda. Subia a ladeira para rezar na capela para a santa de sua devoção. Eu ficava por ali, na praça em frente. Sabia que lá ela ficava por um tempo, ouvindo a bandinha do coreto. Eu ia devagar, chegando perto dela, até com ela conversar. Meu Deus! Que rosto perfeito: uma boca carnuda, de lábios de mel, olhos pretos como a jabuticaba, perfume de jasmim. Nem sei o que eu falava, pois a admirava, embriagado de amor. Mas um dia, a bela morena não passou, nem no seguinte e nem no outro. Desci a ladeira para saber o que havia acontecido. Num boteco de esquina fiquei sabendo o ocorrido. Os moradores estavam sentindo imensa dor, pois a bela morena foi encontrada estrangulada num matagal próximo à ladeira. Naquele instante, quase morri. Quando consegui falar, perguntei se sabiam quem a havia matado. Ninguém sabia, ninguém havia visto nada. Sai dali arrasado. Fui até a capela rezar pela minha morena. Prometi a santa que ia me vingar. Desci novamente a ladeira e passei a sondar o boteco todos os dias. Certo dia, vi um sujeito medonho aparecer por lá. As pessoas pareciam sentir medo dele e só falavam com ele, quando ele perguntava alguma coisa. Tinha quase que certeza que ele era o assassino da minha morena, mas precisava ter a certeza. Até que um dia me enchi de coragem e fui esperá-lo um pouco longe do boteco. Ele estava sozinho. Perguntei-lhe, então, porque fez o que fez com a bela morena. Ele me olhou friamente e disse num descaso profundo:

_Pedi um beijo e ela não me deu. Ofereci o mundo aos seus pés. Ela, ironicamente, disse que o seu coração era de outro. Tentei trazê-la para mim, mas me empurrou. Tentei de novo e a beijei à força. Ela conseguiu se soltar e cuspiu no meu rosto. Cheio de raiva, bati nela, que parecia uma gata brava. Depois, a possui , cheio de desejos. Quando já estava farto, apertei-lhe o pescoço e acabei o serviço.

Fora de mim, pulei nele como um louco. Várias vezes o esfaqueei. Quando ele caiu, para ter a certeza que estava mesmo morto, dei uma paulada na cabeça dele, cheio de ódio. A polícia estava presente e fui preso no mesmo instante. Na Delegacia, interrogado pelo delegado, falei a verdade. Fui colocado numa cela depois levado para um presídio. Lá sofri horrores, pois o sujeito que matei, era o chefe de muitos dos presos. Desencarnei logo e fui parar num lugar fétido, tenebroso, onde permaneci por um tempo que não sei calcular.  Cansado de tanto sofrimento, pedi socorro a Jesus. Socorrido, fui levado a um hospital, onde permaneci por muito tempo, até conseguir melhorar. Uma senhora explicou-me, que, embora eu não fosse mau, cumprisse os meus deveres, ajudasse os outros, levado pelo ódio um irmão matei. Só Deus tem o direito de tirar a vida. Mostrou-me a colônia que abrigava o hospital, mostrou-me vários lugares e paisagens belas. Comecei a trabalhar com ela e muitos outros seareiros.

Certo dia ela me fez um carinho, o vestígio de ódio que ainda me dominava esvaiu-se completamente. Olhei-a com grande amor e então perguntei:

_A senhora foi minha mãe na Terra? Quando ela partiu do nosso convívio, eu era muito pequeno.

_Sim. Fui sua mãe. Acompanhei você em todas as suas desditas e minhas constantes orações o ajudaram a superar as terríveis provações pelas quais passou.

Abracei aquela jovem senhora, com infinito amor. Agradeci a Deus, a Jesus, a oportunidade de uma vida centrada no bem. Peço a todos amarem as criaturas, mas terem pela mãe um especial desvelo, pois ela nunca nos abandona.

Que Deus nos abençoe a todos.

Abraços do irmão em Cristo

Lourenço

17 de fevereiro de 2013 – 8 horas e 40 minutos.

 

Mensagem psicografada pela médium Sônia Aparecida Ferranti Tola.

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